Medicinal plants and phytotherapeutics used by hypertensive patients of the NASF of Jaíba – MG.
DOI:
https://doi.org/10.70151/w64y8275Keywords:
medicinal herbs, phytotherapy, arterial pressureAbstract
The use of medicinal plants and phytotherapeutics in the prevention and / or cure of diseases is a common practice prevalent in the history of mankind and still occupies a prominent place in the therapeutic arsenal available in the market. The objective of this study was to identify and describe the use of medicinal plants and phytotherapeutics as an adjunct to the control of arterial hypertension by hypertensive residents assisted by the NASF (Family Health Support Center), in the city of Jaíba - MG. The data collection was done with 50 participants of the hypertensive group meetings held periodically in the health units of the municipality, from the application of a questionnaire previously structured with multiple choice closed questions. The data were analyzed by frequency and the effects of the most cited plants were compared with the current literature. Participants aged over 60 years (47%) and females were predominant, constituting 72% of the total, as already observed in other studies. 61% of the population studied are users of medicinal plants to assist in the control of arterial hypertension, being cultivated in their own residence by 51%. The main use of these species was tea (91%), and knowledge about the subject was acquired through relatives and friends by most of the interviewees. The most commonly mentioned medicinal species were Holy Grass, lemon balm, mint, fennel, boldo, garlic and chamomile. The population was unaware of phytotherapeutic drugs. Other studies aimed at the practice of phytotherapy and the use of medicinal plants in arterial hypertension are necessary, in order to inform the carriers and contribute to the safe and effective use of these vegetables.
Downloads
References
Agra MF, Silva KN, Basílio IJLD, Freitas PF, Filho JMB (2008) Survey of medicinal plants used in the region Northeast of Brazil. Rev Bras Farmacogn 18:472-508. https://doi.org/10.1590/S0102-695X2008000300023
Almeida LML, Neves JV, Amaral O, Silva PLN (2015) Prevalência da hipertensão arterial sistêmica em uma Estratégia Saúde da Família de um município norte mineiro. Rev Eletr Gesta Saúde 6:349-365.
Araújo CRF, Silva AB, Tavares EC, Costa EP, Saulo RM (2014) Perfil e prevalência de uso de plantas medicinais em uma unidade básica de saúde da família em Campina Grande, Paraíba, Brasil. Rev de Cienc Farm Basica e Apl 35:233-238.
Arnous AH, Santos AS, Beinner RPC (2005) Plantas medicinais de uso caseiro – conhecimento popular e interesse por cultivo comunitário. Espac Saude 6:1-6.
Balbino EE, Dias M (2010) Farmacovigilância: Um passo em direção ao uso racional de plantas medicinais e fitoterápicos. Rev Bras Farmacogn 20:992-1000. https://doi.org/10.1590/S0102-695X2010005000031
Banerjee SK, Marilik SK (2002) Effect of garlic on cardiovasculardisorders: a review. Nutr J 1:4-8. https://nutritionj.biomedcentral.com/articles/10.1186/1475-2891-1-4
Battisti C, Garlet TMB, Essi L, Horbach RK, Andrade A, Badke MR (2013) Plantas medicinais utilizadas no município de Palmeira das Missões, RS, Brasil. Rev Bras Biociênc (Online) 11:338-348.
Bezerra AMF, Bezerra KKS, Sousa LCFS, Sousa JS, Borges MGB (2012) Plantas medicinais utilizadas pela comunidade de Mimoso no município de Paulista, Paraíba – Brasil. Rev Verde Agroecol Desenvolv 7:6-11.
Brasil (2014) Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução RDC nº 26 de 13 de Maio de 2014. Dispõe sobre o registro de medicamentos fitoterápicos. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília: Diário oficial da União. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2014/rdc0026_13_05_2014.pdf. Acesso em: 01 nov 2015.
Brasil (2006). Ministério da Saúde. Departamento de Assistência Farmacêutica. Secretaria de Ciências, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. Brasília, DF: Ministério da Saúde; 2006. 60p. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/programa_nacional_plantas_medicinais_fitoterapicos.pdf Acesso em 23 nov 2015.
Colet CR, Carvalheiro CAN, Molin GTD, Cavinatto AW, Schiavo M, Schwambach KH, Oliveira KR (2015) Uso de plantas medicinais por usuários do serviço público de saúde do município de Ijuí/RS. Rev Bras Med Fam Comun 10: 1-13.
Cunha GH, Moraes MO, Fechine FV, Frota FAB, Silveira ER, Canuto, K.M (2013) Vasorelaxant and antihypertensive effects of methanolic fraction of the essential oil of Alpinia zerumbet. Vascul Pharmacol 58:337-345. https://doi.org/10.1016/j.vph.2013.04.001
David M, Mamede JSS, Dias GS, Pasa MC (2014) Uso de plantas medicinais em comunidade escolar de Várzea Grande, Mato Grosso, Brasil. Biodivers 13:38-50.
Ethur LZ, Jobim JC, Ritter JG, Oliveira G, Trindade BS (2011) Comércio formal e perfil de consumidores de plantas medicinais e fitoterápicos no município de Itaqui – RS. Rev Bras Plantas Med 13:121-128. https://doi.org/10.1590/S1516-05722011000200001
Farias LF, Borges FV, Pereira MP (2015) Levantamento etnofarmacológico de plantas medicinais utilizadas no bairro Jardim Primavera, Alta Floresta – MT. Encicl Biosf 11:3225-3235.
IBGE (2013) Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Síntese de indicadores sociais. 2013. Disponível em: http://www.ibge.gov.br. Acesso em: 25 set 2015.
Januzzi H, Mattos JKA, Silva DB, Gracindo LAM, Vieira RF (2011) Avaliação agronômica e química de dezessete acessos de erva-cidreira (Lippia alba (Mill.) N.E.Br.) – quimiotipo citral, cultivados no Distrito Federal – BR. Rev Bras Plantas Med 13:258-264. https://doi.org/10.1590/S1516-05722011000300002
Jezler CN, Batista RS, Alves PB, Silva DC, Costa LCB (2013) Histochemistry, content and chemical composition of essential oil in different organs of Alpinia zerumbet. Cienc Rural 43:1811-1816. https://doi.org/10.1590/S0103-84782013001000013
Júnior JCN (2014) Hipertensão arterial sistêmica: um estudo sobre a ótica ocidental e oriental e o uso de fitoterapia e ervas medicinais no Brasil. 67p. Monografia (Especialização em Acupuntura), Faculdade de Educação, Ciência e Tecnologia, UNISAUDE/Centro de Estudos Firval, São José dos Campos, São Paulo, Brasil.
Lacerda JRC, Sousa JS, Sousa LCFS, Borges MGB, Ferreira RTFV, Salgado AB, Silva MJS (2013) Conhecimento popular sobre plantas medicinais e sua aplicabilidade em três segmentos da sociedade no município de Pombal – PB. Rev Agrop Cient Semiarido 9:14-23. http://dx.doi.org/10.30969/acsa.v9i1.250
Leite MJH, Silva LH, Gomes ADV (2013) Levantamento das plantas medicinais utilizadas pela população de São José dos Cordeiros, Paraíba, Brasil. Rev Verde Agroecologia Desenvolv 8:25-29.
Lima RA, Magalhães AS, Santos MRA (2011) Levantamento etnobotânico de plantas medicinais utilizadas na cidade de Vilhena, Rondônia. Rev Pesq Criação 10:165-179.
Lopes GAD, Feliciano LM, Diniz RES, Alves MJQ (2010) Plantas medicinais: indicação popular de uso no tratamento de hipertensão arterial sistêmica (HAS). Rev Ciênc Ext 6:143-155.
Lorenzi H, Matos FJA (2008) Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. 2. ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda. 544p.
Mahmud SDP (2006) Farmacovigilância na Prática Clínica: Impacto sobre reações adversas e custos hospitalares. 89p. Dissertação (Mestrado em Epidemiologia), Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Brasil.
Matos FJA (2002). Farmácias vivas - Sistema de utilização de plantas medicinais projetado para pequenas comunidades. 4. ed. Fortaleza: EUFC. 267p.
Matos FJA (2007) Plantas medicinais: Guia de seleção e emprego de plantas usadas em fitoterapia no Nordeste do Brasil. 3. ed. Fortaleza: UFC. 365 p.
Maynard LG, Santos KC, Cunha OS, Barreto AS, Peixoto MG, Blanck FA, Blank AF, Alves PB, Bonjardin LR, Santos MRV (2011) Chemical composition and vasorelaxant effect induced by the essential oil of Lippia alba (Mill.) N.E. Brown. (Verbenaceae) in rat mesenteric artery. Indian J Pharmacol 43:694-698.https://doi.org/10.4103/0253-7613.89828.
Neto FRG, Almeida GSSA, Jesus NG, Fonseca MR (2014) Estudo etnobotânico de plantas medicinais utilizadas pela comunidade do Sisal no município de Catu, Bahia, Brasil. Rev Bras Plantas Med 16:856-865. https://doi.org/10.1590/1983-084X/11_207
Nunes MGS, Bernardino AO, Martins RD (2015) Uso de plantas medicinais por pessoas com hipertensão. Rev Rene 16:775-781.
Oliveira CJ, Araújo TL (2007) Plantas medicinais: usos e crenças de idosos portadores de hipertensão arterial. Rev Eletr Enferm 9:93-105.
OMS (2008) Organização Mundial De Saúde. Traditional medicine: definitions. Disponível em: http://www.who.int/medicines/areas/traditional/definitions/en/. Acesso em: 12 nov. 2016.
Passos CS, Carvalho LN, Pontes RB, Campos RR, Ikuta O, Boim MA (2012) Blood pressure reducing effects of Phalaris canariensis in normotensive and spontaneously hypertensive rats. Can J Physiol Pharmacol 90:201-208. https://doi.org/10.1139/y11-120
Paulino RC, Henriques GPSA, Coelho MFB, Maia SSSS (2011) Conhecimento sobre plantas medicinais entre alunos da Universidade Federal do Semiárido, Mossoró, RN. Rev Verde Agroecol Desenvolv 6:78-90.
Pires IFB, Souza AA, Feitosa MHA, Costa SM (2014) Plantas medicinais como opção terapêutica em comunidade de Montes Claros, Minas Gerais, Brasil. Rev Bras Plantas Med 16:426-433. https://doi.org/10.1590/1983-084X/12_089
Quites HFO (2014) Fatores de riscos modificáveis para controle da hipertensão arterial: como orientar os usuários de um programa de saúde da família do norte de Minas Gerais. 34 p. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização em Atenção Básica em Saúde da Família), Universidade Federal de Minas Gerais, Montes Claros, Minas Gerais, Brasil.
Rossato AE, Pierini MM, Amaral PA, Santos RR, Citadini-Zanette V (2012) Fitoterapia Racional: Aspectos Taxonômicos, Agroecológicos, Etnobotânicos e Terapêuticos. v.1, Florianópolis, SC: DIOESC. 211p.
Silveira PF, Bandeira MAM, Arrais PSD (2008) Farmacovigilância e reações adversas às plantas medicinais e fitoterápicos: uma realidade. Rev Bras Farmacogn 18:618-626. https://doi.org/10.1590/S0102-695X2008000400021
Singi G, Damasceno DD, D’andréa ED, Silva GA (2005) Efeitos agudos dos extratos hidroalcoólicos do alho (Allium sativum L.) e do capim-limão (Cymbopogon citratus (DC) Stapf) sobre a pressão arterial média de ratos anestesiados. Rev Bras Farmacogn 15:94-97. https://doi.org/10.1590/S0102-695X2005000200004
Sociedade Brasileira De Cardiologia (SBC) / Sociedade Brasileira De Hipertensão / Sociedade Brasileira De Nefrologia (2010) VI Diretrizes Brasileiras de Hipertensão. Rev Bras Hipertens 95:1-51.
Sousa MVF, Silva JMA (2015) Consumo de plantas medicinais por mulheres idosas do município de Quixeré (CE). Rev Baiana Saúde Pública 39:552-569.
Souza CMP, Brandão DO, Silva MSP, Palmeira AC, Simões MOS, Medeiros ACD (2013) Utilização de plantas medicinais com atividade microbiana por usuários do serviço público de saúde em Campina Grande – Paraíba. Rev Bras Plantas Med 15:188-193.
Teixeira K, Amaral PA (2011) Plantas medicinais que podem causar alteração na pressão arterial e interação com anti-hipertensivos. 33p. Monografia (Graduação Farmácia) - Universidade do Extremo Sul Catarinense, Criciúma, Santa Catarina, Brasil.
Veiga Junior VF (2008) Estudo do consumo de plantas medicinais na Região Centro-Norte do Estado do Rio de Janeiro: aceitação pelos profissionais de saúde e modo de uso pela população. Rev Bras Farmacogn 18:308-313. https://doi.org/10.1590/S0102-695X2008000200027
Downloads
Published
Issue
Section
License

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.